DRE, fluxo de caixa e balanço patrimonial: conheça os indicadores que apontam a situação da empresa.

Entenda as características próprias que compõem este documento financeiro imprescindível.

O balanço de uma empresas é obrigatórios em todo o Brasil, resguardados legalmente, que buscam evitar fraudes fiscais e tributárias. Mesmo este documento sendo de extrema importância para o setor empresarial, muitos empresários não sabem ou negligenciam o balanço da empresa.

Por isso é importante saber quais são os princípios para analisar este indicador dentro de um negócio, impedindo não apenas ilegalidade fiscal e tributária, mas também contribuindo para melhores indicadores financeiros, projeções realistas e entendimento da situação econômica do empreendimento, permitindo o aporte de investimentos externos.

Princípios do balanço de uma empresa

O primeiro conceito que precisamos estabelecer é o fluxo de caixa (que retomaremos a seguir) – entradas e saídas ou receitas e despesas. É através desta ferramenta que teremos as demonstrações financeiras de todos os processos empresariais – da compra de uma caneta até uma nova sucursal, todos os valores financeiros precisam estar discriminados nos relatórios.

Dependendo do porte e em qual categoria seu negócio se encaixa (Microempreendedor Individual, Microempresa, Pequena Empresa, entre outras), haverá características específicas para fazer os demonstrativos financeiros de acordo com os períodos. Mas, em todos os casos, elas serão utilizadas para compor o balanço de uma empresa.

A próxima etapa é entender um ‘tripé’ que mostrará qual é o balanço de uma empresa – seja de forma interna ou caso algum investidor deseje fazer determinado investimento no negócio: o balanço patrimonial, o DRE (demonstração de resultados) e (novamente) o fluxo de caixa. Compreender cada um deles explicará como entender o balanço empresarial.

Entendendo os indicadores

O balanço patrimonial contará com os bens e obrigações da empresa. Bens se referem a toda a infraestrutura, equipamentos, máquinas e qualquer componente que seja de propriedade da empresa. Já as obrigações contarão com os gastos com os colaboradores, tributos a serem pagos, dívidas em aberto, valores a receber, entre outros.

O próximo é o DRE que irá apontar o que entrou e saiu durante um período consolidado, detalhando qual é o resultado no tempo especificado – mesmo que os recursos e gastos ainda não tenham entrado ou saído da empresa, serve como uma espécie de previsão sobre o momento da empresa nos próximos períodos.

E, para fechar o tripé a ser analisando no balanço de uma empresa, temos o conhecido fluxo de caixa – que, de forma resumida, apresenta todos os indicadores, dados e métricas financeiras, abrangendo desde investimentos e até liquidações internas, sem deixar de lado nenhum detalhe. É utilizado, principalmente, para entender o atual momento financeiro empresarial.

Uma análise geral

Vale ressaltar: todos os princípios acima listados contam com características e informações próprias que as compõem. Com isto é possível analisar o balanço de uma empresa apenas (e não há outra maneira) quando todos os dados estiverem consolidados. Os documentos que comprovam o balanço empresarial podem ser resumidos, mas é de caráter obrigatório que o empreendimento tenha todos os números.

Sem o balanço da empresa é impossível definir questões como a quantidade de investimento a ser recebida, quais setores e linhas de produção tem os melhores/piores resultados e, além de trazer uma ‘dor de cabeça’ jurídica, também impede que a empresa encontre o melhor regime tributário – o que ocasiona o pagamento de impostos indevidos.

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